Em evento em Porto Alegre nesta terça-feira, Dilma criticou ‘pessimistas sistemáticos’ e Lula a imprensa
Foto: Diogo Sallaberry / Futura Press
Fernando Diniz
Direto de Porto Alegre
A presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira, em Porto Alegre, que o Brasil é uma das vozes do mundo contra “a desesperança e inexistência de perspectivasâ€. Em um evento comemorativo dos 10 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), Dilma criticou opositores que, segundo ela, são “pessimistas sistemáticosâ€.
“Acho que nós somos umas das vozes que se erguem no que se refere a dar ao mundo uma alternativa que não seja à desesperança e inexistência de perspectiva. Ao contrário de muitos segmentos no PaÃs que fazem o papel de pessimistas sistemáticos, a visão que se tem no PaÃs é muito mais realista, porque se percebe o imenso potencial que se temâ€, disse a presidente no evento que tinha como temática a geopolÃtica e a posição brasileira no cenário internacional.
Segundo Dilma, uma das crÃticas prediletas contra seu governo tem sido sobre uma suposta fragilidade da Petrobras, enquanto os números sugeririam o oposto. “Um dos pratos prediletos a crÃticas tem sido a fragilidade da Petrobras. E aà é extraordinário que a Petrobras, há três dias, tenha captado R$ 11 bilhões. Hoje houve um leilão de blocos de petróleo e foram arrecadados R$ 2,8 bilhõesâ€, disse. Saiba Mais
A presidente rebateu ainda crÃticas sobre a infraestrutura do Brasil para receber a Copa do Mundo de 2014. “Diziam que os estádios não iam ficar prontos e temos cinco estádios prontos para a Copa das Confederações. Todos os estádios vão aparecer, todos os aeroportos, todas as obras previstas para a Copa do Mundoâ€, disse.
Em uma avaliação sobre a estratégia externa do Brasil, Dilma atribuiu a vitória de Roberto Azevêdo para presidir a Organização Mundial do Comércio (OMC) à polÃtica multilateral desenvolvida pelo ex-presidente Lula durante os oito anos em que governou o Brasil.
“Roberto Azevêdo foi eleito pelos paÃses emergentes, pela América do Sul, pelos paÃses africanos, paÃses asiáticos, paÃses da América Central e foi eleito por paÃses em desenvolvimento. Isso mostra claramente a estratégia que levou o Brasil a ter uma presença no mundo. Não foi um terceiro-mundismo, porque não se trata disso, mas uma estratégia de multilateralismoâ€, afirmou.
Campanha
Em uma plateia repleta de polÃticos de partidos da base governista, Dilma foi aclamada como candidata à reeleição pelo presidente do PT, Rui Falcão, e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“A oposição em plena campanha eleitoral lança mão de todos os esquemas para nos enfraquecer. O governo da presidenta Dilma precisa dar continuidade ao que vem fazendo com nÃvel de emprego e renda. Defender os nossos governos é tarefa permanente, cabe à missão de reeleger a presidente Dilma, governadores e uma forte bancada federalâ€, disse Falcão.
“Nós estamos caminhando para que Vossa Excelência seja a nossa presidenta por mais quatro anos. Tenho certeza que isso incomoda (os oposicionistas). Um metalúrgico de oito anos já incomoda, aà uma mulher por mais quatro anos, puta merda, isso é demaisâ€, disse Lula, em um discurso bem humorado, arrancando risadas de militantes.
CrÃticas à mÃdia
Antes do discurso de Dilma, a crÃtica a grandes veÃculos de comunicação foi o ponto em comum nas falas do presidente do PT, Rui Falcão, do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Eu acho um absurdo que determinados setores da comunicação do Brasil estejam exilados no Brasil. Eles não estão compreendendo o que está acontecendo no PaÃsâ€, disse o ex-presidente.
Para o governador Tarso Genro, a oposição manipula a opinião pública através dos meios de comunicação por não ter projeto para o PaÃs. “A oposição está sem rumo e sem projeto, a oposição não tem projeto para o PaÃs, para um novo patamar de coesão do desenvolvimento social. Quando a direita se vê perdida em sua capacidade econômica, ela apela para a desconstituição da democracia, seja através de atos de força, como da manipulação da opinião pública que eles tendem a realizar através dos grandes meios de comunicaçãoâ€, disse.
Terra
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Foto: Diogo Sallaberry / Futura Press
Fernando Diniz
Direto de Porto Alegre
A presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira, em Porto Alegre, que o Brasil é uma das vozes do mundo contra “a desesperança e inexistência de perspectivasâ€. Em um evento comemorativo dos 10 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), Dilma criticou opositores que, segundo ela, são “pessimistas sistemáticosâ€.
“Acho que nós somos umas das vozes que se erguem no que se refere a dar ao mundo uma alternativa que não seja à desesperança e inexistência de perspectiva. Ao contrário de muitos segmentos no PaÃs que fazem o papel de pessimistas sistemáticos, a visão que se tem no PaÃs é muito mais realista, porque se percebe o imenso potencial que se temâ€, disse a presidente no evento que tinha como temática a geopolÃtica e a posição brasileira no cenário internacional.
Segundo Dilma, uma das crÃticas prediletas contra seu governo tem sido sobre uma suposta fragilidade da Petrobras, enquanto os números sugeririam o oposto. “Um dos pratos prediletos a crÃticas tem sido a fragilidade da Petrobras. E aà é extraordinário que a Petrobras, há três dias, tenha captado R$ 11 bilhões. Hoje houve um leilão de blocos de petróleo e foram arrecadados R$ 2,8 bilhõesâ€, disse. Saiba Mais
A presidente rebateu ainda crÃticas sobre a infraestrutura do Brasil para receber a Copa do Mundo de 2014. “Diziam que os estádios não iam ficar prontos e temos cinco estádios prontos para a Copa das Confederações. Todos os estádios vão aparecer, todos os aeroportos, todas as obras previstas para a Copa do Mundoâ€, disse.
Em uma avaliação sobre a estratégia externa do Brasil, Dilma atribuiu a vitória de Roberto Azevêdo para presidir a Organização Mundial do Comércio (OMC) à polÃtica multilateral desenvolvida pelo ex-presidente Lula durante os oito anos em que governou o Brasil.
“Roberto Azevêdo foi eleito pelos paÃses emergentes, pela América do Sul, pelos paÃses africanos, paÃses asiáticos, paÃses da América Central e foi eleito por paÃses em desenvolvimento. Isso mostra claramente a estratégia que levou o Brasil a ter uma presença no mundo. Não foi um terceiro-mundismo, porque não se trata disso, mas uma estratégia de multilateralismoâ€, afirmou.
Campanha
Em uma plateia repleta de polÃticos de partidos da base governista, Dilma foi aclamada como candidata à reeleição pelo presidente do PT, Rui Falcão, e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“A oposição em plena campanha eleitoral lança mão de todos os esquemas para nos enfraquecer. O governo da presidenta Dilma precisa dar continuidade ao que vem fazendo com nÃvel de emprego e renda. Defender os nossos governos é tarefa permanente, cabe à missão de reeleger a presidente Dilma, governadores e uma forte bancada federalâ€, disse Falcão.
“Nós estamos caminhando para que Vossa Excelência seja a nossa presidenta por mais quatro anos. Tenho certeza que isso incomoda (os oposicionistas). Um metalúrgico de oito anos já incomoda, aà uma mulher por mais quatro anos, puta merda, isso é demaisâ€, disse Lula, em um discurso bem humorado, arrancando risadas de militantes.
CrÃticas à mÃdia
Antes do discurso de Dilma, a crÃtica a grandes veÃculos de comunicação foi o ponto em comum nas falas do presidente do PT, Rui Falcão, do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Eu acho um absurdo que determinados setores da comunicação do Brasil estejam exilados no Brasil. Eles não estão compreendendo o que está acontecendo no PaÃsâ€, disse o ex-presidente.
Para o governador Tarso Genro, a oposição manipula a opinião pública através dos meios de comunicação por não ter projeto para o PaÃs. “A oposição está sem rumo e sem projeto, a oposição não tem projeto para o PaÃs, para um novo patamar de coesão do desenvolvimento social. Quando a direita se vê perdida em sua capacidade econômica, ela apela para a desconstituição da democracia, seja através de atos de força, como da manipulação da opinião pública que eles tendem a realizar através dos grandes meios de comunicaçãoâ€, disse.
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